HIP HOP MULHER

Cultura de Rua!

Espaço das mulheres, homens, jovens, e da família "Cultura"! Independente de classe, etnia, cor, religião. Que tem o HIP HOP em suas vidas.

Membros

  • Jhei
  • Jéssica Balbino
  • Jéssica Barcelos Valeriano
  • Aline Cecília de Paula da Silva
  • tainara lira marques
  • PAULA PRETTA
  • Tiely Queen
  • Divina LIma
  • Consciência Negra em Cartaz
  • Rebeca Tárique
  • Bia-NCFA
  • DJ BOLINHA
  • Ariana Rafaella de Sousa
  • Tricia Entr´Elas
  • Zekkinha
  • MC.REI & FABRIKA DA RIMA

ASSUNTOS IMPERDÍVEIS!!

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JÉSSICA BALBINO

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"TENSO, MUITO TENSO!! HIP HOP MULHER É MOVIMENTO....É MOVIMENTO!!!"

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SOBRE O PROJETO:

A Associação Mulher e Movimento Hip Hop, mais conhecida como HIP HOP MULHER existe há pouco tempo. Nossas atividades tiveram início em julho de 2007 com a implementação e elaboração do projeto “MULHERES DO HIP HOP CANTAM AS REALIDADES” com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo para organizar um CD de áudio com a participação de mulheres do movimento Hip Hop de todo o estado, o CD REALIDADES. Com músicas que falam sobre sexualidade, racismo, questão do aborto, violência, machismo, etc. E até hoje as atividades não páram! Pois as mulheres participantes do CD REALIDADES, para dar continuidade à proposta do projeto, continuam criando atividades em suas cidades e regiões. A Associação Mulher e Movimento Hip Hop está com parceiras do movimento hip hop em várias cidades do país, desde o sul até o norte do Brasil; e com várias organizações que apóiam nossas ações. O HIP HOP MULHER está aí para mostrar a força e organização e o poder das mulheres dentro de um movimento onde a participação dos homens é mais visível, com atividades de discussão, debate e troca de saberes. Como fizemos em 2009! O 1º ENCONTRO HIP HOP MULHER com a participação de mais de 50 mulheres de várias cidades de São Paulo, de 10 estados brasileiros e mais dois países da Améria do Norte: EUA e Canadá. Desde o norte até o sul as mulheres estavam presentes para discutir diversidade, cultura, a mulher no hip hop, literatura e muito mais. Esse encontro teve por objetivo o fortalecimento do papel da mulher no hip hop e nas comunidades onde elas desenvolvem projetos. Foi um momento muito importante na história do hip hop e de todas participantes. E vamos continuar assim: promovendo encontros itinerantes para a formação e atividades sócio-culturais nas cidades que nos convidarem! Realizamos em julho deste ano o 2º ENCONTRO HIP HOP MULHER (clique pra saber como foi!) Tiely Queen - Coordenação Geral Associação Hip Hop Mulher +Roseane Arévalo - Tesoureira +Biba Limeira - Coordenação Eventos +Rúbia Fraga - Coordenação Cultural +Marcia Izzo - Coordenação Pedagógica __________________________________________________________________

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Grupos

Muziic

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DOAÇÃO E TRADUÇÃO

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BLOG HIP HOP MULHER

5º MOSTRA MUNDO ÁRABE DE CINEMA


O ICArabe (Instituto da Cultura Árabe), em parceria com o Sesc-SP (Serviço Social do Comércio), Prefeitura Municipal de São Paulo e Casa Árabe de Espanha, realiza na Capital paulista, entre 3 e 29 de setembro, a 5ª Mostra Mundo Árabe de Cinema. Nesta edição, serão apresentados 14 filmes, sendo cinco documentários, sobre assuntos relacionados ao mundo árabe em geral, a maioria inédita no Brasil. Entretanto haverá temas centrais como a imigração e o exílio forçado, questões de gênero, conflitos entre tradição e modernidade, além de crônicas sociais. As exibições ocorrerão em algumas das principais salas da cidade: CineSesc (2 a 12/9), Centro Cultural São Paulo (14 a 19/9), Galeria Olido (14 a 23/9), Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (15 a 29/9), Cinemulher (10 e 11/9), Esporte Clube Sírio (18 e 26/9) e Clube Atlético Monte Líbano (3 a 7/9). A abertura do festival está marcada para 2 de setembro, às 20h30, no CineSesc, quando haverá a exibição do filme “Porta da Web”, de Merzak Allouache.
A iniciativa, que conta com o apoio cultural de diversas instituições, inclui produções premiadas de diretores renomados, como o argelino Merzak Allouache, uma das principais vozes do cinema magrebino contemporâneo, e o egípcio Yousri Nasrallah, herdeiro de Youssef Chahine – um dos grandes nomes da filmografia árabe. Há ainda trabalhos reconhecidos mundialmente e premiados feitos por mulheres. Vale destacar os documentários “Ponto de encontro”, da brasileira Júlia Bacha em parceria com a estadunidense Roni Avni, e “Câmeras abertas”, da norte-americana filha de pais iraquianos Maysoon Pachachi, além o filme “Dunia (beije-me, mas não nos olhos)”, da franco-libanesa Jocelyn Saab.
Além dos realizadores já citados, a 5ª Mostra Mundo Árabe de Cinema conta com o apoio do Consulado Geral da França em São Paulo, Embaixada da Espanha no Brasil, Centro Cultural da Espanha – SP, Cinemateca da Embaixada da França, Centro Cultural São Paulo, Galeria Olido, Centro Cultural da Juventude, Cinemulher, Esporte Clube Sírio e Clube Atlético Monte Líbano.
Encontros e debates
Durante a mostra, ocorrerá ainda um encontro, no dia 8 de setembro, às 19h30, no CineSesc, com os também brasileiros Otávio Cury, Stela Grisotti e Paschoal Samora, que discorrerão sobre o tema “Filmando no Oriente Médio”. Os dois últimos falarão sobre a experiência de filmar na fronteira entre a Jordânia e o Iraque. Ambos são autores do documentário “A chave da casa”, uma das atrações desta edição – que retrata as últimas 48h de um grupo de palestinos no campo de refugiados de Ruweished, na Jordânia, antes de virem para o Brasil, assim como seus primeiros nove meses de adaptação neste país. Já Cury comentará sobre a produção de “Constantino”, no qual o diretor conta a descoberta da obra do seu bisavô, Daud Constantino Cury, poeta e um dos primeiros dramaturgos sírios. O documentário está sendo realizado na Síria e no Líbano com o apoio do ICArabe. A atividade ocorre após a exibição do filme “A chave da casa”, marcada para às 21h30.
No Cinemulher, após a exibição do filme Dunia, (Beije-me, mas não em meus olhos), no dia 11 de setembro, também haverá um debate com Soraya Smaili, diretora Cultural e Científica do ICArabe, e Daniela Auad, professora da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e especialista em educação e relações de gênero. A atividade terá o objetivo de discutir a questão feminina no mundo árabe.


PROGRAMAÇÃO CINEMULHER

Datas: 10 e 11/9
Ingressos: gratuitos
Endereço: Centro Cineclubista de São Paulo - Cecisp - Rua Augusta, 1239 - cj. 13/14. São Paulo/SP.

10/09 - América - 18 horas
Ponto de Encontro - 20 horas

11/09 - Dunia - 18 horas
Debate - 20 horas

SINOPSES:

AMÉRICA
(Amreeka, 2009, EUA/Canadá, cor, 96’, DigiBeta)
Direção: Cherien Dabis
Gênero: ficção
Elenco: Nisreen Faour, Melkar Muallem, Hiam Abbass, Alia Shawkat
Muna, uma mãe divorciada, vive na Cisjordânia com Fadi, seu filho adolescente. Sonhando com um futuro melhor, se muda para Illinois, nos Estados Unidos, onde vive sua irmã. Ao chegar, enquanto seu filho inicia o colégio, tenta se adaptar trabalhando numa lanchonete de comidas fastfood

PONTO DE ENCONTRO
(Encounter point, 2006, EUA, cor, 85’, BetaSP)
Direção: Julia Bach e Roni Avni
Gênero: documentário
Ponto de Encontro é uma co-produção entre palestinos, israelenses, norte-americanos e sul-americanos que atravessam os estereótipos e os dogmas para contar histórias dos que vivem na Palestina ocupada e em Israel.

DUNIA (Beije-me, mas não em meus olhos)
(Dunia - Kiss me not on the eyes, 2006, Libano/Egito/França, cor, 108’, DigiBeta)
Direção: Jocelyn Saab
Gênero: ficção
Elenco: Hanan Turk, Mohamed Mounir, Fathy Abdel Wahab.
A jovem estudante de Belas Artes Dunia sonha em ser uma bailarina profissional e poeta. Sua expressão artística é inibida, no entanto, por sua inabilidade em experienciar e expressar o desejo. Dunia acredita que uma mulher não pode mover o seu corpo de maneira sensual e é frequentemente estimulada a pensar e falar sobre isso pelo professor Dr. Beshir. O enredo do filme leva a uma viagem por uma sociedade cheia de contradições sobre a sexualidade.
por uma sociedade cheia de contradições sobre a sexualidade.


Veja a programação completa da mostra pelo site: http://mundoarabe2010.icarabe.org/

POR RACISMO EM ESCOLA, SP É CONDENADO!!



Governo tem de pagar indenização de R$ 20 mil a família de menino que recebeu tarefa racista.
27 de agosto de 2010 | 0h 00
Por:Luciana Alvarez - O Estado de S.Paulo.

O descuido de uma professora da rede estadual de São Paulo na utilização de um texto com conteúdo racista em sala de aula levou o Tribunal de Justiça de São Paulo a condenar o governo do Estado a pagar uma indenização de R$ 20,4 mil por danos morais à família de um estudante. A sentença foi dada no dia 10 e cabe recurso. A Procuradoria-Geral do Estado informou que ainda não sabe se vai recorrer da decisão.
Em 2002, uma professora da 2.ª série do ensino fundamental da escola estadual Francisco de Assis, no Ipiranga, em São Paulo, passou uma atividade baseada no texto Uma Família Colorida, escrito por uma ex-aluna do colégio. Na redação, cada personagem era representado por uma cor. O "homem mau" da história, que tentava roubar as crianças da família, era negro.
Durante o julgamento, a secretaria alegou que não houve má-fé ou dolo na ação da professora, mas o juiz entendeu que ainda assim se configurou uma situação de racismo. "Todavia, a atividade aplicada não guarda compatibilidade com o princípio constitucional de repúdio ao racismo", afirma a sentença.
Depois da atividade, o garoto, que é negro e na época tinha 7 anos, passou a apresentar prob
lemas de relacionamento e queda na produtividade escolar. O menino, que não teve a identidade divulgada, acabou sendo transferido de colégio. Laudos técnicos apontam que ele desenvolveu um quadro de fobia em relação ao ambiente escolar.
Pena: A sentença, de um juiz da 5.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, diz que houve dano moral por conta da situação de discriminação a que a criança e seus pais foram expostos. O valor fixado corresponde a 20 salários mínimos para o aluno e 10 salários mínimos para cada um dos pais. O pedido de danos materiais foi negado por falta de comprovação. A solicitação de recolhimento do livro que continha o texto foi desconsiderada, pois a rede não usa o material.

PARA LEMBRAR: Em 2007, uma pesquisa da Unesco mostrou que o racismo afeta o de
sempenho escolar de negros no Brasil. A média dos brancos no 3.º ano do ensino médio é 22,4 pontos mais alta que dos negros (na escala de 100 a 500 do Saeb). Mesmo quando se leva em consideração a classe social, as diferenças se mantêm. Na classe A, 10,3% dos brancos tiveram avaliação crítica e muito crítica no Saeb. Entre os negros, foram 23,4%.








Texto foi enviado por: Profº João Batista Nascimento / joaobatistanascimento@yahoo.com.br



H²M

NOVAS CAMISETAS H²M - SUCESSO TOTAL!!!


Várias estampas à venda no 2º Encontro Hip Hop Mulher 2010 - 
Kênia e Jack no balcão de exposição.



Roseane usa estampa com símbolo da mulher com a frase: 
Jovens Feministas Presentes!

                                                      

Rapper Jéssica Valeriano usa estampa da MAFALDA 
"Diga Não à Violência Contra Mulher!"


                                     

Lila'S Crew usa estampa Hip Hop Mulher em estilo árabe.


                                       

Rapper Amanda NegraSim usa a estampa da Erikah Badu.

Não perca tempo!! Peça a sua estampa, envie sua idéia. 

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