HIP HOP MULHER

Cultura de Rua!

PUBLICAÇÕES

Esse espaço é para indicar/oferecer as publicações, TCCs, monografias,
pesquisas, revistas, fanzines, HQs que dialogam comouniverso
da Cultura Hip Hop, de Gênero e afins.

(Para acessar o conteúdo,basta clicar na imagem).

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00 - HIP HOP MULHER: As Mulheres, seu espaço

e representações no Movimento Hip Hop.

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01- HistóriaGeral da África - 8 Volumes - UNESCO:

divulgação1

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02 - Hip Hop Mulher - Conquistando Espaços- Várias Autoras:

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03-Cultura Hip Hop, Identidade e Sociabilidade - por Rose Maria Vidal de Souza:

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04 - O engajamento Político dos Jovens no Movimento Hip Hop - por Moreno & Almeida:

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05 - Hip Hop da Floresta - por Quetila / Renata/ Simone:

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06 - Jovens Feministas Presentes - por Fernanda Papa & Raquel Souza:

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07 - O Negro e o Socialismo - por Ianni / Silva /Santos / Santos:

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08 - O Movimento Hip Hop nas ondas do Rádio - por Bonora / Buriti / Carvalho:

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09 - Mulher e Política (Gênero e Feminismo noPT) - 

Ângela Borba / Nalu Faria / Tatau Godinho:

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10 - Pelas Periferias do Brasil Vol. II- Curadoria Buzo:


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11Etnografia dos espaços públicos urbanos -

Coordenação: Menezes / Reginensi / Lacarrieu:


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12 - O Cultural e o Político no Coletivo Hip Hop Chama: um Papo Reto 

sobre Participação Política e Relaçõesentre Universidade e Movimentos Sociais -

 

 Mayorga / Magalhães/ Patrício/ Cruz / Alves:

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13 - "Hip Hop e Duelo de MCs em Belo Horizonte" das disputas rimáticas ao embate

entre regulação e apropriação do espaço público- por Suellen Guimarães Alves:

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14 - Revista Cooperifa - por Sérgio Vaz:


 

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15 - Descolonizando El Feminismo - por Navaz & Castillo:


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16 - LEI Maria da Penha Nº 11.340 de 7 de Agosto de 2006:



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17 - "NEGRO DRAMA: o Rap Rasura a História." por Allysson Fernandes Garcia:

 

 

 

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18 - Revista Brasileira do Caribe

Texto: "Rimadores Pekizeiros: cultura Hip Hop na roça asfaltada"

por Allysson Fernandes Garcia:

 

 

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19 - CADERNOS DO IPAC - 1:

PANO DA COSTA - A história e a tradição dos panos da costa:


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20 - CADERNOS DO IPAC - 2:

"BOA MORTE - uma irmandade e uma tradição"

 


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21CADERNOS DO IPAC - 3:

"MARAGOGIPE - Uma das jóias da bacia do Rio Paraguaçu"

 

 

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22-  CADERNOS DO IPAC - 4:

"AFOXÉS afoxé - Uma manifestação herdada da África"

 

 

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23- CADERNOS DO IPAC - 5:

"SANTA BÁRBARA - Um estudo sobre Iansã"

 


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24 - HIP HOP CULTURA MARGINAL

Por: Jéssica Balbino e Anita Motta

 

 

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25 - HIP HOP - A PERIFERIA GRITA

Por: Janaína Rocha - Mirella Domenick - Patrícia Casseano

 

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26 - ORÇAMENTO PÚBLICO E DESIGUALDADES

Organizado por: Fundo Brasil do Orçamento.

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27- ATUALIDADE AFRO-DESCENDENTE NA IBERO-AMÉRICA

Organizado por: PNUD

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28- DOSSIÊ MULHER 2011

Organização: Paulo Augusto S. Teixeira -  Andréia S. Pinto - Orlinda Cláudia R. Moraes

 

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29 - CARNE, PATRIARCADO E CAPITALISMO

 Organização: Kiwi Companhia de Teatro

 

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30 - MULHERES BRASILEIRAS E GÊNERO
NO ESPAÇO PÚBLICO E PRIVADO;
Organização: Fundação Perseu Abramo.
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31- REVISTA EPARREI ONLINE - Mês agosto/setembro de 2011;
Edição/organização: Alzira Rufino.

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32 - JORNAL MANDACARU - (Jornal de Bairro do Pq. Bristol - São Paulo)
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33 - HOMEM PRETO DO GUETO -
Um Estudo sobre a masculinidade no Rap Brasileiro
Dissertação Mestrado de Waldemir Rosa
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34 - Relações de Gênero e Emoções em Letras de Rap - 
por Sandra Mara Pereira dos Santos.


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35 - SOMOS TODAS RAINHAS -
Organização Assoc. Frida Kahlo & Articulação Política de Juventudes Negras

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Comentário de Sandra Mara Pereira dos Santos em 29 dezembro 2011 às 9:28

Adorei esse espaço e achei aqui o  trabalho do Waldemir Rosa que uma amiga tinha me recomendado valeu!!!!! meu artigo nº 34 disserta sobre como ser homem e mulher está relacionado com as emoções mais legítimas no rap nacional. Grata Tiely. Abraços para Todas(os) Sandra Mara

Comentário de Waldemir Rosa em 19 outubro 2011 às 15:28

Muito boa a iniciativa. Tenho um material para disponibilizar aqui também. Não sei como faço. Minha dissertação de mestrado sobre a masculinidade do homem negro no rap brasileiro. O link é http://www.4shared.com/get/5FR0eHpr/Homem_Preto_do_Gueto_rap_e_mas.... 

 

Um abraço a tod@s,

 

Comentário de Tiely Queen em 28 agosto 2011 às 20:42
Obrigada pelas indicações Regina!!!
Comentário de Regina Maria Faria Gomes em 23 agosto 2011 às 17:04

Tenho duas indicações

Veja o caderno “Luiza Mahin: uma rainha africana no Brasil”, de Aline Najara Gonçalves. A publicação servirá de apoio para alunos e professores trabalharem o tema do Camélia da Liberdade 2011. O conteúdo dá acesso à história dessa personagem importante para a formação da sociedade brasileira. Mãe do poeta Luiz Gama, lutou nas revoltas da Sabinada e dos Malês. Entenda Luiza Mahin e por que ela existe.

Confira a história em quadrinhos “Luiza Mahin: A guerreira dos Malês”. Essa produção é uma adaptação do texto de Aline Najara Gonçalves, feita pelo cartunista Ykenga. O objetivo foi dar vida à personagem Luiza Mahin. Essa estratégia faz parte do projeto-piloto que amplia o “Concurso de Redação Camélia da Liberdade 2011” para o Ensino Fundamental, no Rio de Janeiro.caderno “Luiza Mahin: uma rainha africana no Brasil

história em quadrinhos “Luiza Mahin: A guerreira dos malês

 

Comentário de b.boy bruce em 28 julho 2011 às 13:29
Comentário de Marcelo Siles Alves em 14 julho 2011 às 22:05

muito bom, excelente esse espaço

adorei

Comentário de BGIRL MORANGO em 12 julho 2011 às 3:16

É ISSO AI MENINAS CONQUISTANDO O NOSSO ESPPAÇO QUE É MERECIDO

MAO EMPORTA NO QUE FAZEMOS MAS SIM NOSSOS ESFOÇOS

UM ABRAÇO FAMILIA

Comentário de Nessyta Nordestina em 20 janeiro 2011 às 10:32

Menin@s... Gostaria muito de adquirir estes livros!!!

Onde posso comprar???

Comentário de Allysson em 9 janeiro 2011 às 3:14

Links para duas publicações minhas:

Negro Drama: o rap rasura a história 

http://revistabrasileiradocaribe.org/AllyssonFernandesGarcia.pdf

Rimadores Pekizeiros: cultura hip-hop na roça asfaltada

http://revistabrasileiradocaribe.org/revista_13.pdf

Comentário de HIP HOP!!! em 8 janeiro 2011 às 15:11
DA HORA!!!

ANÚNCIOS

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GALERA! Antes de fechar a página, não esqueçam de clicar em SAIR; Pois vocês poderão ter os perfis clonados ou usados de forma indevida.

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CRIANÇAS, ADOLESCENTES, JOVENS - CUIDE BEM HOJE PRA NÃO SOFRER AMANHÃ.

Para denunciar basta discar 100 ou entrar no site do disque denúncia: 

Introdução

É considerado maltrato infanto-juvenil doméstico aquele que acontece dentro de casa, tendo como vítimas crianças e adolescentes e é geralmente cometido pelo responsável que deveria cuidá-los. Inclui basicamente quatro tipos de situações: o dano físico, o dano psíquico ou emocional, a negligência e/ou o abandono e o abuso sexual.

Cada uma tem formas específicas de manifestação, mas o que é comum a todas elas são os transtornos graves e crônicos no funcionamento familiar, que se transmitem de uma geração para a outra: 20 a 30% das crianças maltratadas convertem-se em adultos violentos.

Até a alguns anos atrás, pensava-se que o maltrato infantil era conseqüência de transtornos psicológicos individuais, alcoolismo, toxicomania, ou de carências financeiras ou educativas.
As investigações atuais demonstram que, na realidade, é o produto de uma conjunção de fatores relacionados ao modelo familiar e social que valida a violência como procedimento aceitável para a solução de conflitos.

Pode adotar distintas formas, algumas mais fáceis de serem detectadas do que outras, mas todas denunciam um latente problema de saúde, que demanda abordagens multidisciplinares e soluções oportunas para cortar o ciclo da dor e resgatar a vítima de seqüelas importantíssimas, que a condicionará ao longo de sua vida.

Em realidade, geralmente diferentes formas de violência ocorrem simultaneamente, mas de modo descritivo elas consistem em:

Maltrato físico


É o tipo de violência mais evidente e fácil de detectar. Trata-se de lesões provocadas por qualquer motivo, incluindo as reações a condutas indesejadas pelos pais ou responsáveis pela criança. Podem confundir-se com lesões acidentais, porém o olho treinado de um pediatra ou docente saberá distingüí-las.

Existem diferentes tipos: escoriações, hematomas, luxações, fraturas, queimaduras, feridas por objetos cortantes, desgarros, lesões vicerais. As lesões podem ser provocadas por impacto, penetração, calor, uso de substâncias caústicas, substâncias químicas ou drogas.

Em geral, quando o adulto leva a criança a uma consulta médica, existem vários fatores que levam a suspeitar que certas lesões não sejam acidentais. O pediatra suspeitará quando:
a) Existem discrepâncias entre o relato do acontecimento e as lesões que se observam. Por exemplo: lesões em ambos os lados do corpo ou com diferentes graus de evolução, com a alegação que foram ocasionadas por uma queda de bicicleta. A lógica indica que neste tipo de acidente observam-se lesões no setor sobre o qual caiu o paciente, fundamentalmente nas zonas expostas e nas proeminências ósseas.

b) O tempo transcorrido entre o suposto acidente e a consulta é prolongado, ocorrendo várias horas, dias ou semanas mais tarde.

c) A consulta é realizada durante a noite ou madrugada. Os responsáveis pelo mau trato sabem que o pessoal de plantão está cansado, menos alerta e menos disposto a aprofundar o interrogatório.

d) Existem outros "acidentes" (fraturas, lesões), atendidos anteriormente em diferentes centros assistenciais.

e) Ainda que o relato e a atitude dos pais durante a consulta possam ser de aparente preocupação e de extensiva colaboração com a equipe médica, percebe-se uma chamativa ausência de angústia quanto à gravidade das lesões. Isto não ocorre habitualmente com os pais de crianças acidentadas.

Maltrato emocional


É interessante destacar que é uma das formas de maltrato infantil mais difícil de diagnosticar. Geralmente, detecta-se quando associado a outros quadros severos de maltrato e ainda que confirmada a suspeita, a intervenção dos profissionais e/ou do sistema legal ocorre de forma mais cautelosa.

É a conseqüência da hostilidade verbal crônica em forma de burla, desprezo, crítica ou ameaça de abandono e constante bloqueio das iniciativas de interação infantil. Quem maltrata psiquicamente pode adotar atitudes tais como de humilhar a criança frente aos outros, privá-la de saídas e de sua integração social, utilizando para isto desde apenas evitar a socialização como até encerrar a criança em casa.

Pode-se ilustrar este tipo de maltrato dizendo que os filhos podem ser atingidos com atitudes, gestos e palavras, ou simplesmente rechaçando a individualidade da criança ou do adolescente de maneira tal, que impeça o seu desenvolvimento psicológico normal.

Os efeitos do maltrato emocional são observados:

· no vínculo afetivo entre a criança e o adulto;

· nos baixos níveis de adaptação e funcionamento social: dificuldade para estabelecer vínculos amistosos, problemas com os pares, problemas com a comunidade;

· nos problemas de conduta: agressividade, condutas destrutivas, condutas anti-sociais;

· nos transtornos na área cognitiva e na solução de situações problemáticas;

· nos fracassos escolares;

· na tristeza e depressão: baixa autoestima, instabilidade emocional, tendências suicidas, e

· nos temores e sintomas físicos (mais freqüentes nas crianças pequenas): síndrome de falta de progresso, perda do apetite, enurese.

Negligência e/ou abandono


Fala-se de negligência quando o adulto permanece junto ao filho, privando-lhe parcialmente e em grau variável de atenção adequada e necessária. Esta desatenção pode provocar quadros de desnutrição de segundo e terceiro graus (sem que haja a princípio nenhum fator orgânico determinante), descuido frente a situações perigosas e acidentes freqüentes, imunizações incompletas, deserções escolares, desconhecimento de atividades extra-familiares, desinteresse, etc.

Abuso sexual


É uma das formas mais graves de maltrato infantil, consiste na utilização de um menor para satisfação dos desejos sexuais de um adulto, encarregado dos cuidados da criança ou alguém no qual este confie. Qualquer tipo de aproximação sexual inadequada que aconteça entre menores de diferentes etapas evolutivas e/ou o uso de algum tipo de coerção (física ou emocional), também se considera abuso sexual.

O abuso sexual reiterado não distingue classe social, nem nível sócio-cultural, constitui um dos traumas psíquicos mais intensos e tem conseqüências sumamente destrutivas na personalidade da vítima.

Os indicadores específicos de abuso sexual infantil são:

Físicos


· Lesões nas zonas genital e/ou anal
· Sangramento pela vagina e/ou pelo ânus
· Infecções do trato genital
· Gravidez
· Qualquer um dos indicadores anteriores junto com hematomas ou escoriações no resto do corpo, como conseqüência do maltrato físico associado

Psicológicos


· Relato da vítma

Em crianças em idade pré-escolar também podem ser indicadores: condutas hipersexualizadas e/ou auto-eróticas; transtornos do sono (pesadelos, terrores noturnos); condutas regressivas; enurese; retração social; temores inexplicáveis ante pessoas ou situações determinadas.

Também podem ocorrer mudanças bruscas no rendimento escolar; problemas com figuras de autoridade; mentiras; fugas de casa; fobias; excessiva submissão frente ao adulto; coerção sexual dirigida a outras crianças; queixas somáticas (dores de cabeça e abdominais); delinqüência.

Nos adolescentes alguns indicadores de abuso sexual são: prostituição; coerção sexual dirigida à crianças; promiscuidade sexual; uso de drogas; condutas auto-agressivas; delinqüência; excessiva inibição sexual; anorexia e bulimia.

Nos adultos pode-se observar transtornos psiquiátricos; disfunções sexuais; transtornos alimentares.

Seqüelas e reabilitação


Os maus tratos na infância deixam seqüelas no desenvolvimento emocional das vítimas e se tornam praticamente irreversíveis quando o maltrato for crônico. Entre os antecedentes de jovens e adultos com transtornos graves de personalidade (neuróticos), encontra-se sempre alguma forma de maltrato na infância e na adolescência.

Segundo especialistas, nos casos de maltrato físico, emocional e negligência, a reabilitação familiar é possível em 70 ou 75%, sempre que se cumpram os tratamentos indicados. Nos casos de abuso sexual a possibilidade de reabilitação é variável, porque com freqüência se torna impossível restabelecer a convivência.

É muito importante, quando se suspeita ou se confirma o maltrato infantil, avaliar o grau de risco familiar antes que a criança volte para casa. Isto requer tempo e a intervenção de uma equipe interdisciplinar especializada composta de médicos, psicólogos, assistentes sociais e advogados.

Por outro lado, o assessoramento e a intervenção planificada a nível governamental e comunitário são fundamentais para evitar que as vítimas fiquem expostas a uma situação de risco pior que o motivo da consulta.



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